sábado, 21 de julho de 2012

OBRA IOIÔ



Ft.Luciana Portinho
Na quarta passada, fui à rua novamente fazer a cobertura eleitoral para a Folha da Manhã. Desta vez, acompanhei o candidato oposicionista a prefeito Erik Schunk (PSOL) em visita à obra da Av.Sete de Setembro. Essa importante via de acesso como outras demais periféricas permanecem interditadas, desde o término do carnaval, é um martírio. De lá pra cá, tumultua a vida dos moradores, arruína os pequenos comerciantes do bairro, azucrina a rotina dos motoristas que mofam em engarrafamentos provocados pela interrupção da avenida.
Ft.Luciana Portinho
A obra recebeu o apelido “ioiô”, pela quantidade de vezes em que é feito/refeito/desfeito o serviço da passagem da tubulação de rede de esgoto.Segundo as ‘boas línguas da vizinhança’, já houve troca de projeto, de engenheiro e de empresa contratada pela PMCG. Cada uma dessas mudanças acarretou em desmanchar o já feito, algo desanimador para uma população perplexa que há seis meses é obrigada a conviver com o arrastado compasso da engenharia biruta.
Ft.Luciana Portinho
É espantosa a inexistência de administração da obra. Em nenhum momento, desde fevereiro, moradores e comerciantes, receberam qualquer comunicação sequer esclarecimento como é de se esperar por parte de uma administração pública, um mínimo gesto de consideração com sua gente.
O direito de ir e vir foi sumariamente retirado do cotidiano dessas pessoas. O pequeno comércio resiste para não falir – o sapateiro e o borracheiro não aguentaram e saíram -, outros recorrem às suas reservas para sobreviver. Moradores idosos ou em cadeira de rodas estão isolados em suas residências.
Ft.Luciana Portinho
Tem de tudo um pouco, inclusive do muito pó de pedra suspenso em nuvens para qualquer um ver ou aspirar.
Autoridades do governo categoricamente, ontem, afirmaram que tudo acabará em agosto. Moro nas adjacências.Torço…sinceramente, muito!
Ft.Luciana Portinho

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Erik Schunk de olho em obra da Prefeitura

  Folha da Manhã

Schunk esteve na obra da Avenida Sete de Setembro - Phillipe Moacyr
Schunk esteve na obra da Avenida Sete de Setembro - Phillipe Moacyr
O candidato à Prefeitura de Campos, Erik Schunk (PSOL), acompanhou de perto, na tarde de hoje (18), a obra do governo municipal na Avenida Sete de Setembro. Na ocasião, Schunk conversou com moradores, fez anotações e funcionários da empresa que atua na obra. “As reclamações são grandes. Esta é uma das principais vias de acesso da cidade e a obra que se arrasta há seis meses, sem previsão de término. Percorri toda extensão da obra e o que me deixa mais assustado é a aparente ausência de planejamento, um evidente descaso com o transtorno social que acarreta”, disparou Schunk em entrevista à Folha.
Agenda — Amanhã (19), às 10h, Schunk fará corpo a corpo no Mercado Municipal. Depois, às 14h, vai caminhar pela Rodoviária Roberto Silveira.

FRENTE DE UNIDADE POPULAR

PODER POPULAR

PODER POPULAR

VAMOS VOTAR!

banner_eleicoes_2012
 FRENTE DE UNIDADE POPULAR (FUPO) PSOL/PCB/PSTU
 ERIK SCHUNK PARA PREFEITO     PSOL    50
VICE AMARO SÉRGIO

PARA VEREADORA GRACIETE SANTANA PCB 21021

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Educação na mira de Schunk


  Matéria do Jornal Folha da Mãnha

Após visitar o HGG no último sábado e constatar a falta de leitos, o candidato à Prefeitura de Campos pelo PSOL, o médico sanitarista Erick Schunk esteve ontem no bairro da Codin. Ao caminhar pelo local, moradores informaram que uma creche estaria funcionando em local improvisado e seria dividida em dois imóveis. Além disso, os moradores reclamaram sobre a demora nas obras de uma Creche Escola e informaram que a praça do bairro está sem reformas há anos. Ao comentar sobre a visita de Schunk, o secretário de Governo, Suledil Bernardino falou sobre as ações do governo e criticou as visitas do prefeitável. “Lamento que o candidato esteja utilizando órgãos públicos como palanque eleitoral”, disse Suledil.

Schunk constatou que a creche do bairro estava dividida em dois imóveis: um antigo posto de saúde e uma casa alugada. No antigo posto de Saúde que recebe crianças do berçário ao maternal, foram encontradas infiltrações nas paredes. Funcionários que preferiram não ser identificados relataram que entra água no local quando chove. No outro imóvel, que também recebe crianças, o candidato foram impedidos de entrar. A diretora da instituição, Joyce Rangel, informou que não tinha autorização para deixá-los visitar o local.

— Isso é um absurdo. No antigo posto de saúde a Prefeitura nem trocou a placa que identifica o que realmente funciona no local. Estamos constatando que a Prefeitura realizou algumas melhorias na área central e esqueceu a periferia da cidade. Vemos a tristeza e revolta dos moradores desse bairro — destacou Schunk.

Em seguida, o candidato caminhou pelas ruas do bairro e os moradores reclamaram que a Prefeitura está asfaltando as ruas e não colocou ralos para tratamento das águas pluviais. Além disso, segundo os moradores, a praça do bairro está abandonada há anos e as crianças se arriscam em brinquedos enferrujados. “Estamos revoltados com a Prefeitura. O bairro está esquecido. Quando chove, as casas e as ruas enchem de água. Os moradores estão sendo prejudicados com esse governo”, disse a comerciante Rita Ferreira, de 52 anos.

Demora — Placa fixada na entrada da obra de uma creche escola que ainda não foi entregue informa que a construção está orçada em R$ 2,4 milhões. “Essa obra é esperado há muito tempo”, disse Erik.
(...)

domingo, 8 de julho de 2012

Schunk visita HGG e vê caos


 Matéria do Jornal Folha da Manhã

 Schunk visita HGG e vê caos

Phillipe Moacyr
Na primeira da série de visitas que fará aos hospitais públicos e conveniados de Campos, o candidato a prefeito pelo Psol, médico sanitarista Erick Schunk (PSOL) esteve na manhã de ontem no Hospital Geral de Guarus (HGG), mantido pela Fundação Municipal de Saúde, e constatou superlotação com leitos improvisados no corredor da Emergência, mas a assessoria da instituição informou que, na última quinta-feira, a prefeita Rosinha Garotinho (PR) inaugurou a UTI com 15 leitos, que aumentou em 50% o número de leitos de terapia intensiva e em 30% os leitos de clínica médica. O médico apontou que o problema é devido à falta de investimentos.
Adiantando que o próximo passo será conhecer a realidade dos hospitais Ferreira Machado, São José (Goitacazes) e de Travessão.

De acordo com Erik Schunk, a maioria dos pacientes não tem privacidade e condições dignas. “Esta senhora aqui, por exemplo, não tem condições de ir ao banheiro e é exposta ao público, quando tem de fazer suas necessidades fisiológicas”, disse, atribuindo a superlotação à falta do Programa Saúde da Família (PSF) e do atendimento ambulatorial noturno.

— Sem o programa, o atendimento ambulatorial também fica comprometido. Não temos o serviço noturno para atender o trabalhador, cuja jornada é durante todo o dia. A saúde no município é deficiente — observou.

O prefeitável também ressaltou que os equipamentos utilizados na instituição estão desgastados. “Eles estão enferrujados e precisam ser substituídos. Esta maca, por exemplo, poderia ser melhor, mas ainda é utilizada pelo hospital. O suporte de soro também está desgastado”, concluiu.

A assessoria da Fundação de Saúde informou através de e-mail que, em relação à manutenção preventiva, recuperação e troca de equipamentos, ges-tores da fundação se reuniram recentemente com representantes do consórcio Aliança, que venceu licitação para prestação de serviço de gestão, assessoramento e intervenção nas tecnologias médicas das unidades.

A Folha tentou ouvir também a secretaria municipal de Saúde sobre o Programa Saúde da Família (PSF), mas não teve sucesso.
Pesquisa – O candidato a prefeito pelo PSOL nas eleições de outubro, Erick Schunk disse que, tanto funcionários quanto pacientes das unidades hospitalares, estão sendo ouvidos sobre o atendimento. “Estamos fazendo uma pesquisa com os funcionários e os pacientes. Nos questionários a gente pergunta sobre a valorização do trabalho do profissional, satisfação no local de trabalho, conforto oferecido, segurança contra riscos à saúde, interesse do hospital no aperfeiçoamento deles, benefícios oferecidos, qualidade dos equipamentos e materiais de trabalho e salário”, revelou.
(...)

sábado, 7 de julho de 2012

Erik Schunk constata péssimas condições do HGG

Da assessoria de imprensa do candidato Erik Schunk, do PSOL:




"O candidato da Frente de Unidade Popular (FUPO) à Prefeitura de Campos, Erik Schunk, visitou hoje de manhã (sábado) as dependências do Hospital Geral de Guarus (HGG) e constatou as “péssimas condições, tanto para os pacientes quanto para os profissionais de saúde. A Fupo é formada pelos partidos PSOL, PCB e PSTU. Erik conversou com funcionários e com pacientes, que reclamaram da higiene precária nas enfermarias e corredores. Ele estava acompanhado do candidato a vice-prefeito, professor Amaro Sérgio (PCB).
Segundo Erik Schunk a situação do HGG não é um caso isolado e sim o retrato da falta de atenção à saúde nos últimos governos municipais “que priorizam a politicagem em detrimento do planejamento”. Erik defendeu a volta do Programada Saúde da Família, medicamentos gratuitos entregues diretamente nos postos de saúde e que funcionariam todos os dias, inclusive parte da noite e construção de hospitais no interior.
— Nos últimos 20 anos e na medida em que a cidade vai crescendo, os serviços vão piorando por falta de planejamento. A sobrecarga em cima do HGG e do Ferreira Machado são resultado do abandono das Unidades Básicas de Saúde, os chamados postos de bairros e distritos e falta de hospitais nas regiões mais distantes do município, como a Baixada, região Norte e Ururaí — disse o candidato à Prefeitura de Campos, reafirmado que, ao lado da Educação, a Saúde será o principal tema que pretende debater na campanha.
Entre as propostas do candidato para a área: atendimento médico de qualidade e com dignidade em todo o Sistema de Saúde – SUS; medicamentos básicos gratuitamente (e sem faltar) e entregues nos postos de saúde; qualidade no atendimento nos Hospitais Públicos; construir Hospitais de verdade na Baixada, em Ururaí e região de Santo Eduardo e Santa Maria; postos de saúde com médicos todos os dias e também no horário noturno; funcionamento do Programa de Saúde da Família – PSF em todo o município e combate efetivo aos mosquitos, moscas e roedores.



DOMINGO – Neste domingo, Erik e o candidato a vice-prefeito, professor Amaro Sérgio vão visitar a Baixada Campista. Às 9:30 vão visitar a praia do Farol de São Thomé e, às 14h, o distrito de Baixa Grande."

domingo, 11 de março de 2012

TRASPORTE PÚBLICO NÃO É MERCADORIA! VAMOS AS RUAS COM A FUPO!

. O valor repassado pela prefeitura de Campos a iniciativa privada que, por sua natureza busca apenas maximizar seus lucros em detrimento do usuário, deveria ser investido em transporte público de qualidade. Defendemos a ESTATIZAÇÃO dos meios de transporte, sob o controle dos trabalhadores, como única forma corrigir as mazelas do setor.

Os trabalhadores do setor realizaram a segunda paralisação este ano por atraso dos seus salários, já não aguentam ser subjugados pelos interesses dos patrões!  









A FUPO REALIZARÁ AMANHÃ ÀS 16 HORAS, PRÓXIMO AO CAMPOS SHOPPING, A SUA PRIMEIRA MANIFESTAÇÃO DO ANO:

"TRANSPORTE PÚBLICO NÃO É MERCADORIA!"


Chega de precariedade! chega de negociata !  



PARTICIPE.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Fupo em “Grito pela Educação Pública” no Centro

Matéria do Jornal Folha da Manhã edição dia 14/12/2011

A Frente de Unidade Popular (PCB e PSOL/Enlace) esteve no Centro de Campos, na tarde desta terça-feira (13) fazendo o ato “Grito pela Educação Pública”. Segundo a presidente do PCB municipal, a sindicalista Graciete Santana, a intenção é denunciar o descaso que os governos estadual e municipal têm tratado a área educacional em Campos.

— Temos 231 escolas e creches e a maioria dessas unidades encontra-se em situações precárias, em vias de desabar, como vimos recentemente num imóvel alugado que abriga a creche Gilberto do Espírito Santo do Amaral, em Guarus. A educação é apenas uma parte da nossa luta, temos em pauta o transporte público e a saúde, que estão sucateados. É assim que a prefeita Rosinha vem tratando áreas que merecem atenção especial e priorizando outras. Não adiante construir uma casa sem alicerce. Quando isso acontece, tudo vai pro chão — disse.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Ato público em prol da educação municipal amanhã em Campos Divulgação

Ato público em prol da educação municipal amanhã em Campos
Divulgação


De acordo com a diretora do Sepe, Graciete Santana, várias questões serão levantadas durante o movimento


Um ato público, organizado pela Frente de Unidade Popular (Fupo) em prol de melhorias na educação municipal, acontecerá na tarde desta terça-feira (13), no calçadão, Centro de Campos. De acordo com a diretora do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe), Graciete Santana, o “Grito pela educação” irá levantar várias questões, muitas delas, desconhecidas da população. O movimento está marcado para as 15h.

Graciete comentou ainda que, além das abordagens municipais, será falado também da educação no contexto nacional. “A gente vai dizer para população como anda a educação no Brasil, e principalmente em Campos. Estamos esperando um bom público”, mencionou a diretora.

Sobre os assuntos a serem abordados, Graciete comentou que, a falta de investimento, a carência de professores e a verba mal aplicada, são os principais problemas da educação no município.

“Nós defendemos o cumprimento da lei que garante que 1/3 da carga horária dos professores, seja para planejamento, ou seja, atividades extraclasse. E aqui não se vê isso. Defendemos também que 10% do PIB seja para a educação”, finalizou.

Ururau
Siga: twitter.com/siteururau

domingo, 11 de dezembro de 2011

GRITO PELA EDUCAÇÃO PÚBLICA!

A FUPO - FRENTE DE UNIDADE POPULAR ESTARÁ PROMOVENDO ATO PÚBLICO DIA 13/12, ÀS 15H, NO CALÇADÃO EM CAMPOS. OUSAR LUTAR. OUSAR VENCER!

A Frente de Unidade Popular (FUPO) tem como um dos seus objetivos a construção do Poder Popular através do estreitamento das relações com movimentos sociais, associação de moradores, sindicatos de trabalhadores, grêmios estudantis, diretórios acadêmicos, universidades e, principalmente a classe trabalhadora como parceira incondicional.

Estamos na construção de um projeto político que envolva os trabalhadores a fim de superar as mazelas que lesam os direitos dos cidadãos do nosso município.


A FUPO defende que, a Educação Pública é forte aliada para a transformação da sociedade e garantia de emancipação humana. Entretanto, o governo municipal tem tratado a Educação com total DESCASO.


Temos em Campos 231 escolas e creches. A maioria dessas unidades escolares encontra-se em situações precárias, em vias de desabar, como vimos recentemente ocorrer num imóvel alugado que abriga a Creche Gilberto do Espírito Santo do Amaral, em Guarus. Em Venda Nova a situação de risco do prédio onde funcionava se agravou ao ponto de alunos e professores precisarem ser transferidos para uma igreja evangélica da localidade.


Além disso, professores e funcionários vivem em clima de tensão nas unidades escolares em que atuam, devido às pressões internas causadas pelas direções indicadas por vereadores. Um verdadeiro "loteamento" político por parte dos vereadores da base do governo.

A eleição de diretores nas escolas municipais foi aprovada em 14/12/2009 e até agora a SMEC não apresentou o calendário para as eleições.


É grande a carência de professores. Assim, os profissionais de educação, sobrecarregados de trabalho, tem adquirido doenças e são obrigados - pelas circunstâncias - a pedir licença médica.


O governo municipal se recusou a convocar os concursados de 2008 e prorrogar o prazo de validade do referido concurso. Com isso, a carência de professores atingiu índices altos. A SMEC (Secretaria Municipal de Educação de Campos) preferiu o contrato precário, e lança mão dos professores da rede para fazer RETs (regime especial de trabalho onde o professor dobra sua carga horária),. Os professores que fazem RETs recebem bem menos do que em sua matrícula. Uma verdadeira exploração que contribui para precarização de mão de obra e a consequência é um número crescente de professores adoecendo.


A FUPO defende que a carência de professores deve ser suprida através de Concurso Público


Os salários são baixos. Deveriam ser maiores se os recursos do FUNDEB (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica) fossem usados como complementação salarial. Ao contrário, o governo municipal assumiu que usa os R$ 100 milhões do FUNDEB para pagar salários. Com isso, não há notícias de como são investidos os 25% (no mínimo) da Lei de Responsabilidade Fiscal para a Educação.












A FUPO defende que os recursos do FUNDEB sejam repassados como complementação salarial.


Campos dos Goytacazes, contou com um orçamento de R$ 2 bilhões em 2011. Só de royalties foram R$ 4,5 milhões. Entretanto, o município ficou em posição vexaminosa na avaliação do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Com a média 3,2 foi o segundo pior município brasileiro quanto à educação. O Brasil conta hoje com aproximadamente 5.500 municípios. Campos conseguiu ficar a frente somente de Vitória da Conquista (BA).

Veja a realidade da educação brasileira no quadro abaixo:






A FUPO defende educação pública, gratuita e de qualidade para os filhos dos trabalhadores.

A FUPO defende o projeto de Universidade Popular, onde a produção de ciência e de tecnologia sirva aos interesses da classe trabalhadora. A universidade que queremos deve ser democraticamente construída por movimentos sociais, e grupos políticos comprometidos com a universalização do ensino superior e na construção de uma nova sociedade.

A FUPO NO GRITO PELA EDUCAÇÃO PÚBLICA DE QUALIDADE DEFENDE AINDA:


- cumprimento da lei do 1/3 da carga horária para atividades extraclasse;

- 10% do PIB para a Educação Pública;

- respeito e valorização profissional a TODOS profissionais de educação;

- fim das terceirizações na educação municipal;

- concurso para funcionários administrativos;

- construção de escolas e creches;

- garantia de segurança nas escolas para professores e alunos;

- revisão do PCCS (Plano de Cargos e Salários);

- transporte escolar de qualidade para os alunos;

- direito de licença para cursos de pós-graduação;
- A FUPO defende o projeto de Universidade Popular.





sábado, 19 de novembro de 2011

REUNIÃO: DIA 21 DE NOVEMBRO

CONVIDAMOS A POPULAÇÃO DE CAMPOS NA CONSTRUÇÃO DA FUPO!

DIA 21 DE NOVEMBRO, ÀS 17 HORAS
NO CASARÃO (CCL) - PQ ALZIRA VARGAS, PRÓXIMO A UFF

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

EM DEFESA DO SUS!

EM DEFESA DO SUS!




Debate sobre o filme SICKO SOS SAÚDE

Local: UFF (Campos dos Goytacazes)

Dia: 17 de Novembro

Hora: 19h

O filme fala do atendimento na área de Saúde em vários países, começando pelos EUA e terminando em CUBA. Trata da privatização do SUS e do incentivo aos planos de saúde cujo mote se resume na alta lucratividade em detrimento do compromisso com a vida humana.




Exigimos do Estado um SUS de qualidade a todos os brasileiros.

Faça parte desta luta!




Realização:

Frente de Unidade Popular (FUPO)



sexta-feira, 4 de novembro de 2011

O GOVERNO ROSINHA TENTA NEGAR, MAS OS NÚMEROS SÃO IMPLACÁVEIS


Temos sido impertinentes ao longo dos anos apontando TODAS as mazelas da Educação do Município de Campos, provocadas evidendentemente pelo DESCASO do governo municipal.

O governo Rosinha Garotinho insiste em práticas atrasadas já denunciadas por nós a várias instâncias de poder e, que tem contribuído para sucatear a Educação em nosso município.

O ano de 2010 começou com 12 escolas rurais fechadas. Fizemos atos públicos, denunciamos ao MPE, tentamos dialogar com a SMEC e, nada. As escolas estão fechadas até hoje e a comunidade onde cada uma delas está inserida foi duramente lesada em seus direitos de ter uma escola próxima a residência.

Mas antes disso, já reivindicávamos a convocação dos concursados de 2008 e a prorrogação do prazo de validade do concurso que se expiraria em 31 de maio de 2010. E nada. O governo Rosinha não cedeu. Enquanto isso a carência de professores nas escolas era crescente e fechar as escolas rurais foi um dos artifícios utilizados para tentar amenizá-la.

As condições físicas da maior parte das escolas municipais de Campos é pessima. Tentamos mostrar isso ao governo Rosinha em audiência com seus secretários e na tribuna da Câmara. O que foi feito para sanar de vez o problema? NADA.

Foi necessário cair o teto de uma sala de aula em cima dos alunos em uma das Creches de Guarus
para representantes do governo tentar justificar o injustificável. Outra casa foi alugada e as crianças acomodadas em outro espaço. Apenas um arremedo de solução. O problema continua lá.

Ao mesmo tempo, a Escola Municipal de Venda Nova - com situação denunciada ao longo dos últimos seis anos - dava sinais claros que cairia a qualquer momento. Totalmente insalubre. Crianças e professores expostos a uma situação indigna e perigosa. A escola foi demolida recentemente. Os professores e alunos foram abrigados temporariamente por uma Igreja Evangélica local. Até agora a obra de reconstrução da Escola Municipal de Venda Nova não deslanchou. O Pastor - no seu direito - avisou a diretora da escola que não terá como abrigar a escola em sua Igreja no próximo ano.

Em condições físicas semelhantes as já citadas estão a Creche de Fazendinha, a Escola de Campo Novo, etc,etc...

Outra coisa inquietante é a terceirização da merenda escolar. Preço elevado, qualidade a desejar. Ontem numa escola de Nova Brasília uma funcionária se feriu na explosão de uma panela de pressão. Foi a segunda vez nesta mesma escola que o fato ocorreu. Na primeira vez, ninguém se feriu, a panela foi trocada pela empresa terceirizada. Ontem, na explosão, a funcionária saiu ferida. A SMEC nada fez e, a empresa terceirizada alegou que a culpa é da funcionária que não sabe usar a panela devidamente. Acidente de trabalho, registra-se.

Ainda no campo das terceirizações temos a assessoria pedagógica da EXPOENTE e da ALFA E BETO. Materiais caros, de qualidade questionável como já tivemos oportunidade de apontar. Aliás, não só os materiais são caros. O custo destas assessorias é bastante elevado acrescido dos materiais que são descontextualizados. Ou seja, os conteúdos são distantes da realidade local. Nosso aluno sabe o que é um gambá e não faz a menor idéia do que seja um quati. Nem eu.

Avançando nesta exposição está na hora de falar dos professores e funcionários: os profissionais de educação.

A categoria da educação tem sido duramente tratada pelo governo Rosinha Garotinho.

Os professores querem saber onde está sendo aplicado os R$ 100 milhões do FUNDEB. O FUNDEB deve ser destinado à valorização profissional, como acréscimo no salário até o ano de 2020. Pelo que consta a assessoria pedagógica da EXPOENTE, ALFA E BETO e a merenda terceirizada não implicam em valorização profissional. Mas, desconfia-se que é justamente a iniciativa privada que está sendo "valorizada" ou beneficiada em detrimento dos profissionais concursados que se vêem obrigados a usar os materiais destas empresas e estão a ver navios sobre o FUNDEB.

Em 2009 foi aprovado o Plano de Cargos e Salários dos professores. Foi apresentado e aprovado na Câmara às pressas para que o município não perder verbas federais. Veja bem que, a preocupação não foi com os profissionais. Tanto que, o PCCS deveria ser unificado ou seja, todos os profissionais que trabalham nas escolas deveriam ser inseridos no referido PCCS. Professores, Funcionários administrativos, Pedagogos, Psicopedagogos, Animadores Culturais, Supervisores, Assistentes Sociais, Psicólogos, Fonaudiólogos, etc. O PCCS além de excluir profissionais de educação, tem uma qualidade abaixo da expectativa. Propusemos alterações a fim de melhorá-lo e mesmo estando prontas desde o final de 2010 e até hoje não foram encaminhadas à Câmara de Vereadores para votação.

No segundo semestre de 2011 muitos professores foram surpreendidos com o remanejamento compulsório. Foram colocados como excedentes nas escolas em que atuavam com turmas para escolher outras escolas onde turmas inteiras estavam sem professores desde o início do ano. Mais uma maquiagem mal feita para tentar dar respostas à carência - a esta altura - gritante de professores.

Neste mesmo período, salas de leitura e de recursos foram fechadas, juntaram turmas, etc, tudo para criar falso excedente de professores para serem remanejados para outras escolas. Houve o aprofundamento do sucateamento da educação pública nas escolas municipais.

Apesar de todas as manobras descritas, a carência persistiu então, abriu-se um processo - questionável - de seleção para CONTRATOS DE PROFESSORES para o período de 11 meses. Turmas que ficaram sem professores do início do ano letivo de 2011 até o mês do contrato (mais ou menos em setembro) começaram a ter aulas.

Professores perseguidos, desvalorizados, desrespeitados em seus direitos, diretores indicados pelo governo municipal, etc, etc.

Violência no interior das escolas, profissionais vítimas de ameaças, etc,etc.

Profissionais de educação adoecendo devido as péssimas condições de trabalho aos quais são submetidos, etc, etc.

Esta é a realidade da Educação de um município que entre os anos de 2008/2012 recebe R$ 4,5 bilhões de royalties de petróleo.

Um município que apesar dos fartos recursos figura entre o segundo PIOR na educação, com média 3,2 ficando a frente somente de Vitória da Conquista, na Bahia.

É bom lembrar que no Brasil existem mais de 5 mil municípios.

Esta nota deve ser atribuída a quem de direito. Não são nossos profissionais de educação nem nossos alunos que fazem jus a esta nota e, sim o governo Rosinha Garotinho e seus comandados. A Expoente, Alfa e Beto, etc.

Com certeza, a atual gestão municipal para a Educação, deve ser a segunda pior do Brasil senão a pior. Nota 3,2 para eles.